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Nanotermómetro luminescente revoluciona a medição de temperatura a escalas diminutas

Foi criado por investigadores das universidades de Aveiro e de Saragoça um novo nanotermómetro luminescente. O

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artigo publicado na revista SUPERINTERESSANTE 152 – Dezembro 2010 retrata as promissoras

aplicações na biomedicina.

Questões simples como medir a temperatura de corpos microscópicos, talvez em movimento, talvez dispostos em discount cialis and viagra superfícies ou volumes dos quais interessa conhecer a variação térmica, sem atentar na caracterização específica de cada um dos componentes podem ser respondidas com um aparelho à escala nano, que meça a temperatura e que acima de tudo seja não invasivo. As áreas de aplicação de um tal mecanismo são inúmeras, e crescem de forma exponencial se o dispositivo concreto (o termómetro, digamos assim) puder funcionar de uma forma não invasiva, para não perturbar o sistema ou organismo cuja temperatura se pretende medir.

A medição da temperatura é crucial para inúmeras investigações científicas e desenvolvimentos tecnológicos, representando actualmente 75 a 80% do mercado mundial de sensores. Uma vez que os termómetros tradicionais não são geralmente adequados para medir a temperatura a escalas abaixo de 10 μm (mícrons) surge o desenvolvimento de novos termómetros sem cheap viagra online contacto e com precisão espacial da ordem dos mícrons ou, mesmo, nanómetros (um buy viagra canada milhão de vezes menor do que o milímetro).

A propriedade principal em que se baseia o nanotermómetro é a luminescência, isto é, a emissão de luz por um ião quando é excitado por radiação, isto é, quando um electrão recebe uma dada energia (radiação, p.e.) fica excitado e passa para uma órbita de maior energia, porém fica instável e então libera energia na forma de luz e volta para a órbita original.

A dependência da luminescência com a temperatura é uma ferramenta não invasiva e precisa que permite medir temperatura a estas escalas.

O nanotermómetro usa iões Eu3+ e Tb3+ que emitem, respectivamente, nas regiões espectrais do vermelho e do verde quando excitados por radiação ultravioleta.

O nanotermómetro inventado (foi patenteado em Espanha em 2009 e aguarda patente europeia) baseia-se no facto de a intensidade da emissão de luz dos iões Eu3+ e Tb3+ variar com a temperatura. Deste modo, pode medir-se a temperatura analisando as variações de intensidade da emissão de luz daqueles iões. Para registar estas variações de intensidade, não é necessário estabelecer contacto físico entre o termómetro e o objecto, visto que a luz se propaga no espaço.





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