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Nova metodologia para pacientes com AVC

A combinação de uma cirurgia minimamente invasiva, com ténicas de “neuro-navegação” e com um antigoagulante parece resultar numa forma segura e eficaz de tratar um grupo de pacientes que tenham sofrido um acidente vascular cerebral (AVC).

 

O tratamento apresentado por investigadores Johns Hopkins University foi desenvolvido para minimizar os efeitos causados pela hemorragia intracerebral (ICH). Este sangramento no cérebro resulta num coágulo no tecido cerebral e pode levar a danos cerebrais irreversíveis.

A nova metodologia começa com uma cirurgia mininamente invisiva, onde é efectuado um pequeno furo no crânio do doente próximo do local do coágulo. Seguidamente,  um “software” de alta tecnologia de neuro-navegação, fornece imagens pormenorizadas do cérebro, que permite determinar com precisão o local onde se introduz um catéter  directamente até ao coágulo, destinado a fornecer t-PA, em gota, ao coágulo.

O controlo usual da IHC baseia-se em observações da pressão arterial, ou então em casos mais extremos numa cirurgia invasiva ao cérebro, que envolve a abertura do crânio, para remover o coágulo.

A nova técnica mostra resultados favoráveis ao nível da redução da dimensão do coágulo, mas principalmente ao nível das capacidades funcionais no dia-a-dia dos pacientes.


Um sopro para detectar cancro do pulmão

O projecto AirMarkers desenvolvido pela equipa da investigadora Elvira Gaspar da FCT/UNL Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa apresenta o primeiro kit de rastreio de cancro do pulmão, o qual permite a detecção da doença em estádio inicial através da análise do ar exalado, de uma forma simples, de baixo custo e não-invasiva.

 

O projecto AirMarkers apresenta um dispositivo que permite detectar através do ar exalado num sopro determinadas moléculas que funcionam como biomarcadores do cancro do pulmão. Funciona como um método de rastreio pois permite detectar a doença num estádio inial, uma altura em que a doença ainda é “silenciosa” e normalmente não é dignosticada, permitindo um aumento da taxa sobrevivência de 15% para 60-80%, uma vez que na fase inicial os tratamentos são mais eficazes.

Para além de detectar precocemente a doença, de forma não invasiva e sem uso de radiações este método apresenta-se numa posição favorável face aos tradicionais métodos de Raio-X, TAC e RM que são usados no diagnóstico do cancro do pulmão. Segunda a investigadora Elvira Gaspar, no artigo do i – Basta um sopro para detectar cancro do pulmão em fase inicial, “O AirMarkers, ao contrário dos outros processos, é um exame não-invasivo e pode ser repetido em curtos espaços de tempo sempre que os resultados são inconclusivos.” e é um “novo paradigma na detecção do cancro”.

Ainda vai levar algum tempo, 5 a 6 anos, a chegar a hospitais e a clínicas. Numa primeira fase está previsto o produto entrar no mercado Norte Americano e, posteriormente , é que chegará à Europa. “A estratégia de entrar primeiro no mercado americano prende-se apenas com o facto de terem uma entidade reguladora com regras mais apertadas”, justifica a investigadora.

 

Luva de reabilitação de baixo custo

Biomedical Sensor Glove é uma luva de reabilitação desenvolvida por alunos/investigadores da  McGill University que permite a pacientes com mãos imobilizadas “reaprenderem” a movimentá-las.   Quando ocorre um AVC, por vezes, os pacientes ficam com uma mão paralisada. É importante que a mão paralisada entre novamente em movimento e para tal é necessário desenvolver metodologias [...]

Dispositivo não-invasivo mede a temperatura do cérebro

Novo dispositivo permite determinar, de forma não invasiva, a temperatura do cérebro através da medição das micro-ondas emitidas.   As lesões no cérebro podem causar sobreaquecimento cerebral e, consequentemente, morte de células cerebrais. Existem técnicas que permitem reduzir a temperatura cerebral mas, no entanto, é necessário que inicialmente seja comprovodo o aumento da temperatura cerebral. [...]

Detector de pancreatite aguda feito com materiais simples e de baixo custo

Sensor de baixo custo, desenvolvido por cientistas da Universidade do Texas, permite detectar a pancriatite aguda com base num exame sanguíneo. O sensor, que não requer pilhas ou qualquer outra fonte de alimentação externa, é constituído por uma luz LED, folha de alumínio, gelatina, proteína do leite e alguns outros materiais baratos e facilmente obtidos. [...]

Produto para monitorização de estruturas com aplicações Biomédicas

O projecto  de doutoramento do Programa MIT Portugal de Alexandre Ferreira da Silva levou à produção de uma folha de PVC com sensores de fibra óptica integrados, com aplicações na área biomédica, automóvel e de construção civil, entre outras, para monitorização de estruturas. O projecto denominado “Estudo da formulação de PVC para produção de folhas [...]


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