A combinação de uma cirurgia minimamente invasiva, com ténicas de “neuro-navegação” e com um antigoagulante parece resultar numa forma segura e eficaz de tratar um grupo de pacientes que tenham sofrido um acidente vascular cerebral (AVC).
O tratamento apresentado por investigadores Johns Hopkins University foi desenvolvido para minimizar os efeitos causados pela hemorragia intracerebral (ICH). Este sangramento no cérebro resulta num coágulo no tecid
o cerebral e pode levar a danos cerebrais irreversíveis.
A nova metodologia começa com uma cirurgia mininamente invisiva, onde é efectuado um pequeno furo no crânio do doente próximo do local do coágulo. Seguidamente, um “software” de alta tecnologia de neuro-navegação, fornece imagens pormenorizadas do cérebro, que permite determinar com precisão o local onde se introduz um catéter directamente até ao coágulo, destinado a fornecer t-PA, em gota, ao coágulo.
O controlo usual da IHC baseia-se em observações da pressão arterial, ou então em casos mais extremos numa cirurgia invasiva ao cérebro, que envolve a abertura do crânio, para remover o coágulo.
A nova técnica mostra resultados favoráveis ao nível da redução da dimensão do coágulo, mas principalmente ao nível das capacidades funcionais no dia-a-dia dos pacientes.

